Dia da Mães: Rispa

Dia da Mães: Rispa

maio 22nd, 2014
Pr. Luiz André
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2 Samuel 21.1-14 Três anos de fome assolam Israel. Davi consulta o Senhor acerca da causa, descobriu que era por Saul haver rompido a aliança com os Gibeonitas. Esses habitantes pagãos de Canaã tinham enganado Josué e o levado a firmar um tratado com eles. Saul quebrara o tratado ao tentar destruí-los. As palavras “culpa de sangue sobre Saul e sua casa podem indicar que os descendentes de Saul tinham participado ativamente da matança. Nesse caso, seu castigo (2-9) foi justificado. Pode parecer severo demais a nação sofrer pelo crime de um homem que nem sequer estava vivo, mas, séculos antes, Israel fizera um juramento solene aos gibeonitas (Js 9.19-20), e a fome era decorrente de ter faltado com sua palavra. O tempo não obscurece a memória de Deus nem diminui seu senso de justiça. Ao final de todo esse acordo, a nossa personagem principal entre em cena: Rispa, era concubina de Saul (2 Sm 3.7), filha de Aiá e mãe de Armoni e Mefibosete (não era o filho de Jonatas). Ela ao contemplar seus filhos enforcados e exposto a plena humilhação, decide corajosamente ficar dia e noite protegendo os referidos cadáveres. Culturalmente, deixar os corpos serem comidos por aves e animais era uma desgraça e uma grande humilhação (Dt 28.26; 1 Sm 17.44-46; Ap 19.17-18). Diante deste cenário de dor, sofrimento, humilhação e desonra, essa mulher decide armar uma tenda próxima ao local para vigiar os corpos e afastar pássaros e animais do campo. O período do inicio da colheita era aproximadamente em Abril, e o período de chuvas aproximadamente em Outubro – portanto, 7 meses de vigília. Tal ato, chama a atenção do Rei Davi, e incentivado pelo exemplo de devoção da mulher pelos seus parentes mortos, ordenou que os restos mortais de Saul e de Jônatas fossem transferidos de sua obscura sepultura em Jabes-Gileade (1 Sm 31.11-12) junto com os ossos de seus sete filhos, para a honrada sepultura da família em Zela (Js 18.28; 1 Sm 10.2). Quais são as grandes lições deste texto para nós

  1. ACORDO – ALIANÇA
    1. Deus se importa com as alianças que fazemos com ele.
    2. Quantas foram as que fizemos e deixamos de cumprir após um pequeno período
    3. Quantas mães veem a frente com seus pequeninos filhos no colo e dizem diante do pastor e da Igreja, que se comprometem em educar seus filhos no caminho do Senhor, mas logo deixam.
    4. Deus se importa com as alianças com fazemos com ele, pois ele não quebra as alianças que Ele fez conosco. Este texto mostra claramente o principio das alianças vinculado com a ideia de resolver questões do passado. Davi resolve as deixadas por Saul.

 

  1. HUMILDADE
    1. O pano de saco sempre representou no AT a nossa capacidade de humilhar-se diante de Deus, clamando por algo.
    2. Essa mulher pega para si um pano de saco e transforma esse sinal de humilhação em habitação.

 

  1. PERSEVERANÇA
    1. Desde o inicio da colheita até o cair da chuva
    2. Dia e noite protegendo corpos que estavam em deterioração (cadáveres)

 

  1. CORAGEM
    1. Não deixou que as aves de rapina e nem os animais selvagens tocassem.
    2. Enfrentamento

CONCLUSÃO RIspa era uma desconhecida por muitos de nós, contudo sua história deve ser um exemplo para motivar mães e discípulos de Jesus a enfrentar situações desafiadoras, para enfrentá-las precisamos lembrar de nossa

  • Aliança
  • Humildade
  • Perseverança
  • Coragem
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